Lula vai ao Chile para cúpula com presidentes em defesa da democracia
Escrito por Nilson Oliver em 20 de Julho, 2025
Reunião coincide com o momento em que o Brasil vive um embate direto com os EUA, cujas decisões foram vistas pelo governo uma vez que punição e ingerência à soberania no Brasil e serão discutidas em Santiago
Ricardo Stuckert / PR
Um integrante do governo a par dos preparativos disse que Lula vai abordar a epístola de Trump com tarifas de 50% exigindo o termo de ações judiciais no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja ao Chile para um encontro de viés político nesta segunda-feira (21), da frente de líderes de esquerda ibero-americanos, críticos ao progresso do “extremismo”, sobretudo em envolvente do dedo, mas que agora tem uma vez que tecido de fundo a ofensiva de Donald Trump. A viagem coincide com o momento em que o Brasil vive um embate direto com os EUA, cujas decisões foram vistas pelo governo Lula uma vez que punição e ingerência à soberania no Brasil e serão discutidas na reunião de Santiago. Lula deve discutir no Chile o “uso de tarifas uma vez que arma” para fins político-eleitorais no País, o papel de governantes de direita radical na região e propostas de taxação de big techs, governança do dedo conjunta e da perceptibilidade sintético.
O governo brasílio vem discutindo uma vez que taxar big techs desde 2023, uma vez que forma regulatória, mas a medida agora ganhou novo impulso à luz do embate com Trump e das ameaças de recurso à reciprocidade. Um integrante do governo a par dos preparativos disse que Lula vai abordar a epístola de Trump com tarifas de 50% exigindo o termo de ações judiciais no Brasil, para beneficiar o coligado Jair Bolsonaro e empresas americanas. A ameaço é vista no Palácio do Planalto uma vez que “um dos ataques mais explícitos à democracia brasileira”. Além de Lula e do anfitrião chileno, Gabriel Boric, o encontro terá participação dos presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, do Uruguai, Yamandú Orsi, e do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez.
Escassez
Boric também telefonou para invitar a presidente mexicana, Claudia Scheinbaum, também afetada por Trump, mas ela não consta na lista de confirmados. Planejada desde o ano pretérito, a novidade reunião dos presidentes progressistas enfrentou dificuldades de agenda entre eles. Os cinco haviam combinado o encontro durante videoconferência realizada no termo de fevereiro, no contexto de crescente fragmentação e polarização política, a partir das decisões de Trump que tomou posse em janeiro, uma vez que as deportações em volume, e a proliferação da desinformação. Na ocasião, eles se comprometeram em discutir ações contra a “utilização maliciosa das redes sociais e de outras tecnologias digitais que alimentam o extremismo e a polarização.
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Sánchez citou o risco de campanhas de interferência estrangeira Ele propôs três medidas: estabelecer sistema de pseudônimos, para que o anonimato não seja utensílio de impunidade, mas se resguarde a privacidade e elimine perfis falsos; transparência nos algoritmos de forma que autoridades públicas possam examinar sem limitações o funcionamento das plataformas, com fins de moderação de teor; responsabilização pessoal dos donos e executivos das redes por violações legais que ocorram nas suas plataformas. Segundo a presidência do Chile, os cinco chefes de Estado e de governo discutirão uma agenda compartilhada em resguardo do “multilateralismo, da democracia e da cooperação global baseada na justiça social”. Os três eixos de debates serão: fortalecimento da democracia e do multilateralismo; redução das desigualdades; e luta contra desinformação e regulação de tecnologias emergentes.
Publicado por Luisa Cardoso*Com informações do Estadão Teor





