Lula volta a criticar a falta de atuação do Conselho de Segurança da ONU
Escrito por Nilson Oliver em 19 de Abril, 2026
Em oração na Alemanha, o presidente brasiliano questionou por que o órgão não se reúne para concluir com as guerras
RONNY HARTMANN / AFP
Lula reiterou que o mundo gasta US$ 2,7 trilhões com guerras
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar neste domingo (19) as guerras pelo mundo e disse que o Recomendação de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) precisa se esforçar pelo termo dos conflitos. O órgão é integrado por Estados Unidos, Rússia, França, Reino Uno e China.
“Não é provável que as pessoas não compreendam que o Recomendação de Segurança da ONU foi criado para que mantivesse a silêncio, a simetria, para que a gente evitasse a repetição da Segunda Guerra Mundial. E hoje o mundo vive a maior quantidade de conflitos da sua história”, declarou durante oração na feira industrial Hannover, na Alemanha.
“É de se perguntar ao presidente Trump, ao presidente Putin, ao presidente Xi Jinping, ao presidente Macron e ao primeiro-ministro do Reino Uno: Para que serve o Recomendação de Segurança da ONU? Por que vocês não se reúnem e não param com essas guerras?“, continuou.
Lula repetiu que o mundo gasta US$ 2,7 trilhões com guerras e “zero contra a rafa” e em prol de políticas migratórias. “Por que não decidem destinar o moeda que está fazendo guerra, matando e destruindo, para a gente poder cuidar dos milhões de flagelados que estão andando pelo mundo à procura de um país que os receba e, agora, os coitados que procuram sobreviver não são aceitos por segmento de nenhum país?”, questionou.
Lula disse também não ter zero contra os imigrantes, porque a imigração faz segmento da história do país.
O petista voltou a proteger a redução da jornada de trabalho. Segundo ele, fala-se muito dos efeitos da perceptibilidade sintético, mas “poucos falam dos trabalhadores”. “É importante que a perceptibilidade sintético, ao ser pensada e estudada, ligeiro em conta que o planeta Terreno é habitado por seres humanos”, disse.
Paradoxos
Lula afirmou que o mundo vive paradoxos e, sem referir países, disse que “alguns integrantes” permanentes do Recomendação de Segurança agem sem arrimo da Epístola da Organização das Nações Unidas. Em tom antibélico, Lula criticou o uso da tecnologia para a promoção de guerras.
“A perceptibilidade sintético nos torna mais produtivos, mas também é utilizada para selecionar alvos militares sem parâmetros legais ou morais. (…) Além de inestimáveis perdas humanas, as guerras causam prejuízos econômicos palpáveis”, disse.
O presidente afirmou que os conflitos têm encarecido o preço do petróleo, de mantimentos e de fertilizantes e voltou a proteger um “multilateralismo justo e equilibrado”, com fortalecimento da Organização Mundial do Negócio (OMC). Também lembrou do combinação entre Mercosul e União Europeia, autenticado recentemente.
Lula disse ainda que seu governo está reconstruindo “um robusto programa de reindustrialização” com base na economia verdejante e que o mundo tem registrado nas últimas décadas um “progressão de forças antidemocráticas”.
“Sabemos que os ganhos da integração de mercados não vêm sendo também distribuídos. O propagação do extremismo é um dos efeitos das limitações de um padrão cujos benefícios não chegam a todas as pessoas”, falou.




