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‘Sociedade não aguenta mais leniência com criminosos’, diz Derrite

Escrito por em 9 de Março, 2026

À reportagem da Jovem Pan, deputado federalista defende agenda mais dura na segurança pública; enunciação vem depois de liderança em intenções de voto ao lado de Tebet e Marina Silva ao Senado

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Deputado federalista Guilherme Derrite,  pré-candidato ao Senado
O deputado federalista Guilherme Derrite,  pré-candidato ao Senado desde que deixou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para reassumir o procuração de deputado federalista pelo PP e tratar do chamado PL Antifacção, comentou nesta segunda-feira (9), à Jovem Pan, sobre o resultado do levantamento feito sobre a disputa por uma vaga no Senado por São Paulo.
“Quando analisamos os diferentes cenários, fica evidente que há um eleitorado significativo que procura firmeza no enfrentamento ao delito organizado e conformidade na atuação pública. Se o nosso nome aparece na liderança é porque essa agenda tem repercussão na sociedade, que não aguenta mais a leniência com os criminosos”, afirmou.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), o deputado federalista Guilherme Derrite (PP) e a ministra do Meio Envolvente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), aparecem primeiro na disputa por uma vaga no Senado por São Paulo em cenários testados pela pesquisa Real Time Big Data. De conciliação com o levantamento, Simone Tebet aparece com 16% das intenções de voto, enquanto Guilherme Derrite e Marina Silva registram 15% cada.
A pesquisa Real Time Big Data ouviu 2 milénio eleitores presencialmente entre os dias 6 e 7 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de crédito de 95%.
Aliados do parlamentar avaliam que o cenário com vários nomes competitivos no campo da direita pode proporcionar a estratégia eleitoral. A expectativa do grupo é que o campo conservador consiga ocupar duas cadeiras ao Senado por São Paulo.
Guilherme Derrite deixou a Secretaria de Segurança Pública temporariamente em 2024 para relatar, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que acabava com a “saidinha” de presos. Em dezembro de 2025, ele deixou o incumbência de forma definitiva.

 


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