Roberto Jefferson alega que tornozeleira está ‘apertando o pé’ e Moraes permite troca
Escrito por Nilson Oliver em 4 de Julho, 2025
Em 2022, o ex-deputado federalista foi recluso no contextura do interrogatório das milícias digitais; na ocasião, ele resistiu à operação da Polícia Federalista jogando granadas nos agentes e realizando disparos de fuzil
Valter Campanato/Filial Brasil
A prisão domiciliar só foi concedida em maio deste ano “por razões humanitárias”, de convénio com Moraes
A resguardo do ex-deputado federalista Roberto Jefferson, ex-dirigente do PTB, pediu que a equipe da Penitenciária do Rio de Janeiro fosse até sua moradia trocar tornozeleira eletrônica que estava “apertando seu pé”. Em resposta, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF) permitiu, em 2 de julho, que Jefferson deixasse a prisão domiciliar e fosse até a sede da Secretaria de Estado de Gestão Penitenciária trocar o dispositivo. “O equipamento se encontra apertando o pé do Sr. Roberto Jefferson Monteiro Francisco, o que pode gerar prejuízos insanáveis em seu quadro de saúde, que já se encontra extremamente debilitado”, afirmou a resguardo. De roupa, o ex-deputado passou dois anos internado e sob custódia, enquanto processos contra ele corriam.
Em 2022, Jefferson foi recluso no contextura do interrogatório das milícias digitais. Na ocasião, o ex-deputado resistiu à operação da Polícia Federalista jogando granadas nos agentes e realizando disparos de fuzil. Jefferson era secção da “tropa de choque” do portanto presidente Jair Bolsonaro (PL), que concorria à reeleição. Na cárcere, a saúde do político se debilitou. Em junho de 2023, ele foi internado em hospital privado no Rio de Janeiro. Lá, continuou em prisão preventiva, até receber subida. A prisão domiciliar só foi concedida em maio deste ano “por razões humanitárias”, de convénio com Moraes.
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Jefferson foi réprobo pela Suprema Golpe em dezembro de 2024. O político, que exerceu seis mandatos porquê deputado, cumpre a pena de nove anos, um mês e cinco dias de prisão pelos crimes de calúnia, homofobia, incitação ao violação e extermínio violenta do Estado Democrático de Recta. De convénio com Moraes, relator do processo, Roberto Jefferson utilizou recursos do PTB para compartilhar publicações falsas que visavam prejudicar a “independência do Poder Legislativo e Judiciário e a manutenção do Estado Democrático de Recta”.
*Com informações do Estadão ConteúdoPublicado por Fernando Dias





