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Raul Jungmann, ex-ministro de FHC e Temer, morre aos 73 anos

Escrito por em 18 de Janeiro, 2026

O atual presidente do Instituto Brasílio de Mineração estava internado no Hospital DF Star, em Brasília
BRUNO ROCHA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Raul Jungmann tratava cancro de pâncreas há anos; Ele deixa esposa e três filhos
O presidente do Instituto Brasílio de Mineração (Ibram), Raul Jungmann, morreu neste domingo (18) aos 73 anos. Ele estava internado no Hospital DF Star, em Brasília. Há anos, tratava um cancro de pâncreas há anos. O político deixa esposa e três filhos. A informação foi noticiada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Orbe, e confirmadas pela Jovem Pan.
O ex-ministro nasceu em Recife, no Pernambuco, em 3 de abril de 1952. Fruto de Ivanise Moreira e Sylvio Jungmann, Raul também era irmão de André Jung, ex-baterista do Titãs e do Ira!.
Filiado ao Movimento Democrático Brasílio (MDB), Raul Jungmann participou ativamente do movimento Diretas Já. O ex-ministro integrou também o Partido Comunista Brasílio (PCB). Em 1992, ele ajudou a fundar Partido Popular Socialista (PPS) — atual Cidadania —, mas deixou a {sigla} em 2018.
Em 1996, ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nomeou Jungmann uma vez que ministro inopinado de Política Fundiária. No mesmo ano, a pasta foi normatizada uma vez que Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde permaneceu no comando até o último ano do segundo procuração de FHC, em 2002.
Em 2016, o ex-presidente Michel Temer escolheu Jungmann para chefiar o Ministério da Resguardo. Dois anos depois, em 2018, o ex-presidente criou a pasta da Segurança Pública, responsável pela Polícia Federalista, Polícia Rodoviária Federalista, o Departamento Penitenciário Vernáculo, a Secretaria Vernáculo de Segurança Pública e os conselhos de Segurança Pública e de Política Criminal e Penitenciária.
Quando assumiu o Planalto, em 2019, o ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro fundiu os ministérios da Segurança Pública e da Justiça. O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manteve a formato das pastas em sua Esplanada.
Além do Executivo, Jungmann ocupou incumbência no Legislativo. Foi eleito deputado federalista por três vezes consecutivas, em 2002, 2006 e 2014.
Jungmann também foi mentor da Light S.A., da Companhia de Engenharia de Tráfico de São Paulo (CET) e da Empresa de Tecnologia da Informação e Notícia do Município de São Paulo (Prodam-SP). Desde 2022, era presidente do Ibram.


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