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Primeira Turma do STF tem maioria para manter Léo Índio réu pelo 8 de Janeiro

Escrito por em 27 de Março, 2025

Resguardo questiona a conhecimento do Supremo Tribunal Federalista para julgar o caso, uma vez que o ex-assessor parlamentar não possui pensão privativo
Reprodução/Instagram/@leoindiodf

Léo foi investigado na Operação Lesa Pátria, da Polícia Federalista (PF), por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federalista (STF) formou maioria nesta quinta-feira (27), para negar recurso da resguardo de Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, e manter a decisão do colegiado que tornou o primo da família Bolsonaro réu por participar dos atos de 8 de janeiro de 2023.
Léo Índio foi denunciado por cinco crimes pela Procuradoria-Universal da República (PGR). A Primeira Turma recebeu a denúncia da PGR por unanimidade. A resguardo de Léo Índio questionou a conhecimento do STF para julgar o caso, uma vez que o ex-assessor parlamentar não possui pensão privativo. O argumento foi rejeitado pelo relator, Alexandre de Moraes, que foi seguido por Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O recurso é julgado no plenário virtual, modalidade em que os ministros depositam os votos de forma eletrônica no sistema da Namoro.
Léo foi investigado na Operação Lesa Pátria, da Polícia Federalista (PF), por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo a PGR, há provas que Léo “participou porquê incitador e executor dos atos antidemocráticos” e “concorreu dolosamente para a prática das condutas criminosas” do ataque aos Três Poderes. O servidor público se descreve nas redes sociais porquê “sobrinho do Bolsonaro”, mas o parentesco de Léo com o ex-presidente, na verdade, é mais distante: ele é fruto de uma mana de Rogéria Nantes, a primeira mulher de Jair Bolsonaro e mãe de Flávio, Carlos e Eduardo.
Durante o governo de Jair Bolsonaro, Léo Índio circulava com livre aproximação pelos gabinetes do Palácio do Planalto, mesmo sem ter função na Presidência. Entre novembro de 2006 e janeiro de 2012, foi funcionário no gabinete de Flávio Bolsonaro, portanto deputado estadual do Rio de Janeiro. Ele foi branco de quebra de sigilo bancário no contexto da investigação que apurou verosímil prática de “rachadinha”. O caso foi arquivado.

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Entre 2019 e 2022, foi nomeado para cargos em percentagem do Senado – primeiro no gabinete de Chico Rodrigues (portanto no DEM, hoje no PSB) e, depois, na liderança do PL. Ele deixou o gabinete de Chico Rodrigues em agosto de 2020, depois um escândalo de depravação envolvendo o senador.
Leonardo se candidatou a deputado distrital em 2022 pelo PL com o nome de urna “Léo Índio Bolsonaro”, mas obteve 1.801 votos e não foi eleito. Na ocasião, declarou não possuir bens. Em 2024, candidatou-se pelo PP a vereador de Cascavel, no interno do Paraná. Porquê patrimônio, declarou possuir R$ 5 milénio de numerário em espécie. Usando porquê nome de urna “Léo Bolsonaro”, obteve 739 votos e, mais uma vez, não se elegeu.
Publicado por Luisa Cardoso*Com informações do Estadão Teor


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