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Oposição ataca Moraes após ordem para cassar Zambelli: ‘Congresso está de joelhos’

Escrito por em 11 de Dezembro, 2025

Ministro considerou, nesta quinta-feira (11), nula a decisão da Câmara que manteve o procuração da deputada presa na Itália
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Dependência Brasil

ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Alexandre de Moraes, anulou decisão da Câmara sobre deputada Carla Zambelli
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Alexandre de Moraes, de anular a decisão da Câmara sobre a não cassação do procuração da deputada Carla Zambelli (PL-SP) e o decreto inopino da retirada dela do poder, gerou uma movimentação entre os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Eles não demoraram para se manifestar nas redes sociais sobre a ordem de Moraes. “É.. congresso. Infelizmente, é triste ver vocês tão enfraquecidos e de joelhos diante de tanta arbitrariedade”, escreveu a ex-primeira senhora Michelle Bolsonaro.
Moraes considerou, nesta quinta-feira (11), nula a decisão da Câmara que manteve o procuração de Carla Zambelli, presa na Itália. “O ditador psicopata que hoje manda nos três Poderes voltou a combater. Quando um ministro anula a decisão soberana da Câmara e derruba o voto popular, isso deixa de ser Justiça e vira agravo inteiro de poder”, criticou Sostenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara. “O Brasil viu um ato de usurpação institucional: um varão passando por cima do Parlamento e da vontade do povo”, acrescentou.

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Quem também se posicionou sobre a decisão de Moraes e fez ataques ao ministrou foi o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). “Olha o parágrafo segundo. A Constituição não passa de um papel higiênico pro Moraes”, disse. Em sua decisão de anular a decisão da Câmara, Moraes disse que se trata de uma “clara violação da Constituição Federalista”.
“É o Poder Judiciário quem determina a perda do procuração parlamentar réprobo criminalmente com trânsito em julgado, cabendo à Mesa da Câmara dos Deputados, nos termos do §3º do cláusula 55 da Constituição Federalista’, diz o documento.
A senadora Damares Alves foi outra a se manifestar. “Eu espero que todos os meus colegas parlamentares agora entendam o que quero expor quando eu denuncio que estamos vivendo uma ditadura do judiciário”, disse. “Ou a gente coloca as coisas no devido lugar imediatamente ou já podemos preceituar o termo do Congresso Vernáculo”, acrescentou.
Além de anular a decisão da Câmara, Moraes também deu um prazo para o presidente da Câmara, Hugo Motta, para satisfazer o decreto. “Determino que Hugo Motta efetive a posse do documento assinado no supremo em 48h”, diz Moraes, que também solicito ao ministro Flávio Dino, o agendamento de Sessão Virtual para sexta-feira (12) das 11h00 as 18h00.


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