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Ministra da Cultura afirma que não cometeu irregularidade ao receber mais de R$ 600 mil por shows durante Carnaval

Escrito por em 22 de Março, 2025

Em entrevista à Jovem Pan na última sexta-feira (21), Margareth Menezes declarou que buscou orientação do comitê de moral sobre o recebimento de verba das prefeituras de Salvador e Fortaleza para suas apresentações

Reprodução/Twitter/@CulturaGovBr

A ministra da Cultura, Margareth Menezes
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, recentemente se viu no meio de uma controvérsia em seguida realizar shows no Nordeste durante o Carnaval de 2025. Em entrevista à Jovem Pan, a ministra, que também é uma renomada artista, defendeu-se das acusações de irregularidades, afirmando que todas as suas ações foram pautadas pela validade. Menezes recebeu mais de R$ 600 milénio das prefeituras de Salvador, na Bahia, e Fortaleza, no Ceará, para suas apresentações, o que gerou um intenso debate ético e culminou em uma ação popular na Justiça Federalista do Província Federalista.
O jurista João Henrique Promanação de Freitas, que já havia emitido uma decisão em 2023 proibindo a ministra de receber verba público para shows, questiona a validade dos pagamentos feitos a Margarete Menezes. Freitas, ex-conselheiro da Percentagem de Moral Pública da Presidência da República, moveu a ação popular, alegando que a situação configura um conflito de interesses. Em sua resguardo, a ministra afirmou que consultou as instâncias internas do governo antes de concordar as apresentações e que não é a primeira ministra da Cultura a também ser artista.

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Margarete Menezes destacou que, em todas as ocasiões, buscou orientação do comitê de moral, que não identificou irregularidades em suas ações. Ela argumentou que sua atuação uma vez que artista é segmento integrante de seu trabalho e que todas as consultas ao comitê de moral foram devidamente realizadas. A ministra enfatizou que a decisão de se apresentar foi tomada com base em pareceres internos que garantiram a validade de suas ações, reforçando sua crédito na lisura do processo.
*Com informações de Rodrigo Viga

*Reportagem produzida com auxílio de IA


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