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Com Trump, cenário para agronegócio brasileiro é incerto, diz Marcos Jank

Escrito por em 26 de Março, 2025

O professor e coordenador do meio Insper Agro Global, Marcos Jank, avalia porquê incerto o cenário para o agronegócio brasiliano com as políticas tarifárias de Donald Trump. De harmonia com o professor, existem dois cenários possíveis para o setor: um positivo e outro negativo, e destaca a incerteza do momento internacional.No cenário positivo, o agronegócio brasiliano poderia se beneficiar de novas oportunidades, semelhantes às que surgiram durante o primeiro procuração de Trump, em 2017. Nessa situação, a guerra tarifária ficaria restrita às relações bilaterais dos Estados Unidos com países porquê Canadá, México, China e União Europeia, deixando o Brasil de fora.“Certamente ganharíamos entrada a mercados nos países mais atingidos por tarifas altas. Em 2017, Trump aumentou as tarifas sobre a China e o gigante asiático retalhou nos produtos agrícolas americanos. Com isso, o Brasil se tornou o maior fornecedor de produtos do agronegócio para a China, exportando, hoje, quase o duplo do que os Estados Unidos o fazem”, explicou.O cenário pessimista, por outro lado, prevê aumentos generalizados de tarifas e retaliações em todas as direções, podendo afetar negativamente o agronegócio vernáculo. Jank alerta para a possibilidade de uma novidade lesma tarifária global, reminiscente da Grande Depressão nos anos 1930. “Naquela idade, o transacção internacional foi reduzido em dois terços em seguida os Estados Unidos dobrarem as suas tarifas de importação“, afirmou.   Estudo: o protecionismo desenvolve o Sul Global e a Novidade Rota da Seda Tarifa a navios da China vai além de guerra mercantil, diz professor ao WW Especialistas: rombo para músculos brasileira pelo Japão impulsionará setor  O professor também chamou atenção para a política de reciprocidade tarifária que Trump pretende implementar, o que poderia pressionar fortemente o Brasil já em abril.“Hoje, a tarifa média aplicada pelo Brasil é de 11%, quase cinco vezes maior que a dos Estados Unidos. Se isso ocorrer, o Brasil entra, de roupa, na guerra mercantil”, advertiu Jank.Diante desse cenário incerto, Jank aconselhou uma postura prudente para o Brasil. “O melhor é manter um perfil humilde e sereno, sem discursos inflamados, politizações e movimentos precipitados. O Brasil deveria adotar uma postura de equidistância prudente em relação aos novos agrupamentos de países que estão se formando no mundo”, alertou.O coordenador do Insper Agro enfatizou que, embora seja difícil em um mundo polarizado, o ideal seria o Brasil não politizar ou tomar partido. “O Brasil deveria, sim, se posicionar porquê um fornecedor confiável para quem quiser comprar os nossos produtos”, finalizou Jank. Os textos gerados por perceptibilidade sintético na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique cá para saber mais.


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