Acordo entre Marçal e Datena encerra processo por cadeirada em debate
Escrito por Nilson Oliver em 1 de Março, 2026
O combinação também encerra outros processos na Justiça entre Datena e Marçal e tem cláusulas confidenciais
Reprodução/TV Cultura
José Luiz Datena dá uma cadeirada em Pablo Marçal durante debate da TV Cultura
Um combinação entre as partes encerrou o processo na Justiça movido pelo influenciador Pablo Marçal contra o apresentador José Luiz Datena pela agressão no debate da TV Cultura entre candidatos à Prefeitura de São Paulo em setembro de 2024. O apresentador, que concorria ao função pelo PSDB, usou uma cadeira para agredir o candidato do PRTB. O influenciador pedia R$ 100 milénio em indenização por danos morais.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) homologou o termo nesta sexta-feira, 27 de fevereiro. O combinação também encerra outros processos na Justiça entre Datena e Marçal e tem cláusulas confidenciais.
No processo, Marçal alegou que Datena “cometeu uma grave violação aos seus direitos de personalidade, atingindo sua honra, sua imagem e sua integridade física e moral”. Segundo o influenciador, a postura do candidato do PSDB foi “uma fastio direta ao processo democrático, colocando em risco a integridade do debate público”.
O processo permaneceu parado por meses por entraves na citação a José Luiz Datena. Em outubro do ano pretérito, as defesas de Marçal e Datena se reuniram e selaram um combinação para fechar outros processos na Justiça envolvendo as partes. Em outras ações, Datena é quem processava Marçal por ofensas uma vez que “comedor de açúcar” e insinuações de que o apresentador havia sido réprobo por agravo sexual.
“Tanto José Luiz Datena quanto Pablo Marçal consignam que o presente instrumento não importa confissão de culpa, reconhecimento de ilícito ou assunção de responsabilidade, representando tão somente a irrestrita e ampla enunciação de retratação e perdão”, diz um extrato do combinação homologado.
Marçal vinha provocando Datena nos dias anteriores ao debate da TV Cultura. Duas semanas antes, em um encontro organizado pela TV Publicação, o logo candidato pelo PRTB insinuou que o apresentador havia vendido sua desistência em corridas eleitorais anteriores. A enunciação levou Datena a transpor de seu púlpito e se aproximar do influenciador, empunhando o dedo em riste.
A troca de farpas continuou nos dias seguintes. No primeiro conjunto do debate da TV Cultura, Marçal chamou o candidato do PSDB de “jack”, gíria para se referir a abusadores sexuais. No penúltimo conjunto do evento, o influenciador voltou a provocar Datena citando suas desistências em outras disputas pela Prefeitura paulistana. “Que hora você vai parar?”, perguntou Marçal. “Você não é varão nem para fazer isso”, seguiu o ex-coach, sofrendo a agressão em seguida.
A cadeirada levou à interrupção da transmissão do debate. Na volta do pausa forçado, o apresentador Leão Serva anunciou a expulsão de Datena e chamou o ato de “um dos eventos mais absurdos da história da televisão brasileira”.
Pablo Marçal foi réprobo à inelegibilidade pela Justiça Eleitoral pelo caso do “concurso de cortes”, em que propunha remuneração a quem divulgasse vídeos que o promovessem. O ex-candidato pelo PRTB procura virar a proibição de concorrer a cargos eletivos recorrendo desta e de outras condenações.
No mês pretérito, a ação movida por Guilherme Boulos (PSOL) contra Marçal pela divulgação de um laudo falso às vésperas das eleições foi suspensa por dois anos em um combinação com a promotoria.





