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Militar condenado pela trama golpista se entrega à PF em Goiás

Escrito por em 29 de Dezembro, 2025

O tenente-coronel do Tropa Guilherme Marques Almeida foi sentenciado a 13 anos e seis meses de prisão por integrar o chamado núcleo 4
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Prédio do STF em seguida atos de vandalismo do dia 8 de janeiro.
Prédio sede do Supremo Tribunal Federalista (STF), em seguida os atos de vandalismo do dia 8 de janeiro.
O tenente-coronel do Tropa Guilherme Marques Almeida, sentenciado a 13 anos e seis meses de prisão por integrar o chamado núcleo 4 da trama golpista, se entregou à Polícia Federalista neste domingo, 28. Ele foi estagnado ao desembarcar no aeroporto de Goiânia, onde já era aguardado por agentes da corporação, segundo informações da PF.
Marques Almeida está entre os condenados que tiveram a prisão domiciliar decretada no sábado, 27, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF) Alexandre de Moraes. A medida foi adotada em seguida a tentativa de fuga do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federalista (PRF) Silvinei Vasques, flagrado ao tentar embarcar para El Salvador depois de romper a tornozeleira eletrônica.
Assim porquê os demais alvos da decisão, o tenente-coronel ficará submetido a uma série de medidas cautelares. Ele deverá usar tornozeleira eletrônica, está proibido de utilizar redes sociais, manter contato com outros investigados e receber visitas. Também terá de entregar o passaporte às autoridades.
Durante a Operação Tempus Veritatis, o militar chegou a desmaiar ao receber a Polícia Federalista em fevereiro.
De tratado com as investigações, em um áudio obtido pela PF, ele sugeriu “transpor das quatro linhas” para viabilizar um golpe de Estado em seguida as eleições de 2022.
“Esse é o nosso mal, a gente não está saindo das quatro linhas. Vai ter uma hora que a gente vai ter que transpor ou portanto eles vão continuar dominando a gente. É isso, face, infelizmente é isso”, afirmou o tenente-coronel na gravação. O material foi tirado de celulares e computadores apreendidos durante a investigação.
O único homiziado é Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Lítico (IVL). Ele foi sentenciado a sete anos e seis meses de prisão por participação na trama golpista. Segundo a denúncia, sua atuação se concentrou na produção e divulgação de um relatório falso que apontava supostas falhas nas urnas eletrônicas, visando embasar a contradição do resultado das eleições.
Rocha foi sentenciado por dois dos cinco crimes imputados pela Procuradoria-Universal da República (PGR): organização criminosa armada e tentativa de anulação violenta do Estado Democrático de Recta.
*Estadão Teor


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