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Lula diz na TV que isenção do IR ‘ataca’ desigualdade e elimina privilégio ‘vergonhoso’

Escrito por em 30 de Novembro, 2025

Em pronunciamento à pátria, presidente projetou injeção R$ 28 bilhões na economia com o mercê fiscal e afirmou que saúde e ensino não perderão recursos
Ricardo Stuckert/PR

Pronunciamento à País sobre a isenção do Imposto de Renda
Em pronunciamento em masmorra pátrio de rádio e TV neste domingo (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a ampliação da tira de isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 milénio é um passo decisivo no combate à desigualdade e elimina o que chamou de “privilégio vergonhoso” da escol econômica. A lei foi sancionada no último dia 26 e começa a valer em janeiro de 2026.
Segundo Lula, a medida representa a maior mudança no IR em mais de um século e corrige distorções históricas. “Pela primeira vez, mais de século anos posteriormente o início do Imposto de Renda, privilégios de uma pequena escol financeira deram lugar a conquistas para a maioria do povo brasiliano”, disse. Ele reforçou que a reforma procura enfrentar a “injustiça tributária”, que, em sua avaliação, é a principal desculpa da desigualdade no país.
Economia no bolso e impacto no consumo
Lula destacou que trabalhadores que ganham até R$ 5 milénio deixarão de ter o imposto descontado já a partir de janeiro. Ele citou uma vez que exemplo quem recebe R$ 4.800 por mês: essa pessoa poderá forrar até R$ 4 milénio ao longo do ano — “quase um 14º salário”, afirmou.
O presidente também pontuou que haverá redução de imposto para rendas entre R$ 5 milénio e R$ 7.350. Segundo cálculos da Receita Federalista, a mudança deve injetar R$ 28 bilhões na economia em 2026. Para Lula, esse efeito multiplicador — mais quantia disponível, maior consumo e aumento da atividade econômica — trará estímulos significativos ao negócio, à indústria e aos serviços.
Taxação dos super-ricos uma vez que indemnização
O presidente afirmou que a indemnização da repúdio fiscal não afetará áreas uma vez que saúde e ensino. Ela virá da taxação dos chamados super-ricos — muro de 140 milénio contribuintes que ganham mais de R$ 600 milénio por ano. Eles deverão remunerar uma alíquota mínima de 10% sobre a renda.
“Estamos falando de 0,1% da população, de gente que ganha até 100 vezes mais que 99% do povo brasiliano”, afirmou Lula. Ele disse que hoje quem vive de trabalho chega a remunerar até 27,5% de imposto, enquanto quem vive de renda paga, em média, 2,5%. “Quem mora em mansão, coleciona carros importados e jatinhos paga dez vezes menos do que uma professora ou uma enfermeira. Isso é intolerável.”
Exposição com tom social e eleitoral
Durante o pronunciamento, Lula afirmou que a desigualdade no país é hoje a menor da história, citando dados do Ipea, mas insistiu que a concentração de riqueza segue elevada: “O 1% mais rico acumula 63% da riqueza do país; a metade mais pobre, unicamente 2%”.
O presidente também mencionou políticas sociais de seu governo — uma vez que Bolsa Família, Pé-de-Meia, Luz do Povo e Gás do Povo — e disse que todas fazem secção de uma estratégia mais ampla para ampliar renda, reduzir desigualdades e fortalecer a economia.
A ampliação da isenção do IR é uma promessa de campanha de 2022 e será um dos principais pilares da campanha de Lula para a reeleição em 2026. A medida foi aprovada por unanimidade na Câmara e no Senado, embora a cerimônia de sanção tenha ocorrido sem a presença dos presidentes das duas Casas, em meio ao aumento de tensões entre o governo e o Congresso.

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“Exclusivamente o primeiro passo”
Lula encerrou o oração dizendo que a mudança no IR marca uma “viradela histórica”, mas afirmou que novas ações virão. “Seguiremos firmes combatendo os privilégios de poucos para tutorar os direitos e as oportunidades de muitos. O nosso governo está do lado do povo brasiliano construindo um país mais próspero, mais possante e mais justo.”

*Reportagem produzida com auxílio de IA


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